As meias de silicone para coto devem ser usadas após a cirurgia, quando ainda há sensibilidade e um pouco de inchaço no membro residual. Não suportam muita pressão concentrada.
Quando usar um Liner?
O Liner é um revestimento de silicone ou gel de alta resistência utilizado sobre o coto do amputado também chamado de interface. Sua principal finalidade é reduzir a pressão entre a prótese e a pele oferecendo mais conforto, segurança e vedação a prótese. Podem possuir propriedades antimicrobianas (ajudando a manter a higiene da prótese) e revestimento em tecido (para maior durabilidade). Para se adequar ao modelo da prótese, há Liners com ou sem conexão, ou anéis de vedação
Os principais materiais utilizados nos Liners são:
Copolímero: Macio e elástico. Alguns destes contém óleo medicinal em sua composição para tratamento da pele do usuário.
Silicone: Mais resistente e macio. Alguns destes liners possuem sua composição princípios ativos para tratamento da pele como antibacterianos, mentol e outros materiais.
Gel: É o material mais macio, altamente flexível ideal para pacientes com a pele extremamente sensíveis e diabéticos.
As principais marcas comercializadas na FisioStore são:
Como identificar quando o uso da Meia para Coto não atende mais a sua necessidade?
Após o inchaço diminuir e a ponta do coto ficar mais rígida, aumenta a pressão sobre a parte inferior do coto.
Nesse cenário, em pouco tempo de uso, começa a rasgar o tecido da Meia para Coto e a camada de silicone ou gel, a se desfazer. Isso fica ainda mais acentuado quando o paciente possui alguma protuberância óssea, criando um ponto de maior pressão.
Qual o Melhor Andador para Idoso ?
Cada modelo de andador para idoso está relacionado a um grau de mobilidade. Saber isso na hora de comprar faz toda a diferença.
Andador para Idoso Articulado
O Andador Articulado permite que o usuário movimente somente um dos lados do Andador para frente, acompanhando o movimento dos pés ao caminhar, exigindo menos esforço. Usando o movimento articulado para caminhar proporciona deslocamento mais devagar e controlado.
Andador Articulado: acompanha o movimento dos pés do usuário durante o caminhar
Andador Fixo
O Andador para Idoso Fixo exige que o usuário levante totalmente o Andador do chão para movimentá-lo para frente e então dar o próximo passo. Permite uma movimentação mais rápida para quem não possui grande limitação de movimentos.
Andador Fixo com 2 Rodas
O Andador para Idoso Fixo com 2 Rodas frontais torna ainda mais prático o deslocamento e beneficia pessoas com redução da força e coordenação dos braços (facilitam impulsionar o andador para frente), ao mesmo tempo em que as ponteiras traseiras permitem o apoio do peso do corpo ao andador, quando necessário. O usuário precisa ter bom controle de membros superiores e inferiores durante a marcha para que o andador não seja projetado demasiadamente para frente.
Andador Fixo com 3 ou 4 Rodas
Os Andadores para Idosos Fixos com 4 Rodas são os mais práticos para o deslocamento e beneficia pessoas com bom controle de membros superiores e inferiores, mas com desequilíbrios repentinos que necessitem de eventual apoio, ou que se cansem facilmente durante a marcha. Alguns modelos contam com assento para que seja possível descansar durante o percurso.
Tabela Comparativa
Característica
Andador para Idoso 3 em 1 Mobil Saude Articulado, Fixo e DobrávelMBAN4915NEW
Andador Articulado Mercur Bronze em Alumínio DobrávelBC1515
Andador com Rodas Mercur em Alumínio Dobrável PrataBC1520
Andador 4 Rodas, Assento e Cesta Mercur Dobrável de Alumínio para IdososBC1555
Andador 4 Rodas Mobil Saude Joy com Assento e BolsaMBCA8860
Andador 4 Rodas c/ Assento Mercur Dobrável de Alumínio para IdososBC1550
Andador para Idoso Flex Mobil Saude c/ 4 Rodas, Assento e BolsoMBRLA42010
Andador para Idoso Inspire Mobil Saude c/ 3 Rodas e BolsoMBRLA42024
Marca
Mobil Saúde
Mercur
Mercur
Mercur
Mobil Saúde
Mercur
Mobil Saúde
Mobil Saúde
Articulado
Sim
Sim
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Fixo
Sim
Não
Sim
Não
Não
Não
Não
Não
Rodas
Não
Não
2 Rodas
4 Rodas
4 Rodas
4 Rodas
4 Rodas
3 Rodas
Dobrável
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Capacidade (Kg)
100Kg
130Kg
130Kg
135Kg
130Kg
135Kg
100Kg
100Kg
Largura Máx
56cm
52cm
63cm
-
67cm
72cm
62cm
56cm
Altura Máx
92cm
96cm
96cm
93cm
93cm
100cm
92cm
92cm
Altura Mín
80cm
76cm
77cm
82cm
83cm
90cm
81cm
80cm
Regulagens de Altura
8
9
9
7
5
5
6
5
Altura do Usuário
1,50 a 1,85m
1,45 a 1,90m
1,45 a 1,90m
1,55 a 1,85m
Até 1,85m
1,60 a 2,00m
Até 1,85m
Até 1,85m
Peso
5,5Kg
4,8Kg
6,8Kg
7,5Kg
7,8Kg
6,8Kg
7,5Kg
7,5Kg
EAN
80889430018
7896341114793
7896341114823
7896341114922
7898662801385
7896341114878
80889450003
80889460007
Garantia
6 meses
3 anos
3 anos
3 anos
6 meses
3 anos
6 meses
6 meses
Especialista
Yeda Bellia
Fisioterapeuta Crefito 3/762 F | fisioterapiayedabellia.com.br
Fisioterapeuta pela Faculdade de Medicina da USP • Spine Pain Program (Memorial Hospital of Long Beach, EUA) • Reeducação Postural Global (RPG) • Especialista em Terapia da Mão (USP) • Professora convidada do curso de Terapia da Mão da FM-USP e UNIFESP • Única fisioterapeuta brasileira na American Society of Shoulder and Elbow Therapists (ASSET - EUA) • Experiência em atendimento a pacientes com câncer no Centro Oncológico de Recuperação e Apoio (CORA) • Membro da Associação Nacional de Espondilite Anquilosante (ANEA – Portugal) • Associação Suíça de Espondilite Anquilosante (SSSA) • Membro fundador da Associação Brasileira de Espondilite Anquilosante (ABRASPAN)
Pé Caído: O que é, Causas e Tratamentos
O que é Pé Caído
O pé caído, também conhecido como "drop foot", é uma condição neuromuscular que afeta a capacidade de levantar a parte frontal do pé, o que resulta em dificuldades para caminhar. Essa condição pode afetar um ou ambos os pés e pode ser temporária ou permanente. Isso ocorre devido a uma fraqueza ou paralisia dos músculos responsáveis por esta ação. Como resultado, indivíduos com pé caído arrastam a ponta do pé no chão ao caminhar ou precisam levantar o joelho mais alto que o normal para evitar que o pé arraste.
Causas do Pé Caído
Lesão nos Nervos
Lesões no nervo ciático ou no nervo peroneal são causas comuns do pé caído. Esses nervos podem ser danificados por traumas, pressão prolongada ou doenças que afetam o sistema nervoso.
Doenças Neurológicas
Condições como esclerose múltipla, doença de Parkinson e acidente vascular cerebral (AVC) podem levar ao pé caído.
Lesões Musculares ou na Coluna Vertebral
Lesões que afetam os músculos ou a coluna vertebral também podem causar essa condição.
Complicações de Cirurgias
Cirurgias na região do joelho ou quadril podem acidentalmente danificar os nervos, resultando em pé caído.
Sinais e Sintomas Visíveis
Os sintomas mais evidentes do Pé Caído incluem dificuldade em levantar a parte frontal do pé, arrastar dos dedos ao caminhar, e uma marcha alterada, frequentemente compensada pelo levantamento exagerado do joelho. Estes sinais devem ser observados cuidadosamente, pois podem indicar a necessidade de avaliação médica.
Diagnóstico
O diagnóstico do pé caído envolve uma avaliação clínica, histórico médico do paciente e, muitas vezes, exames de imagem como raios-X, ressonância magnética e tomografia computadorizada. Testes de condução nervosa e eletroneuromiografia também podem ser realizados para avaliar a função dos nervos e músculos afetados.Um diagnóstico precoce do Pé Caído pode fazer uma grande diferença no tratamento e na recuperação. Quanto mais cedo a condição for identificada, mais eficazes podem ser as intervenções, evitando complicações a longo prazo e melhorando a qualidade de vida do paciente.
Tratamentos
Fisioterapia
Exercícios para fortalecer os músculos do pé e tornozelo, melhorar a amplitude de movimento e a coordenação.
Órteses
Uso de órteses para suportar o pé e ajudar na caminhada. Estas podem ser órteses de tornozelo-pé (AFO) ou outros suportes personalizados.
Medicamentos
Em alguns casos, medicamentos para tratar a condição subjacente ou reduzir a inflamação e a dor podem ser prescritos.
Cirurgia
Em casos graves ou quando outras terapias não são eficazes, a cirurgia pode ser considerada para corrigir a posição do pé ou para reparar os nervos danificados.
Estratégias de Adaptação e Convivência
Pacientes com pé caído podem se beneficiar de estratégias de adaptação para melhorar sua qualidade de vida. Essas incluem o uso de calçados adequados, cuidados no ambiente doméstico e uso de dispositivos de auxílio como bengalas ou andadores.
Prevenção
Embora nem todas as causas do pé caído possam ser prevenidas, algumas medidas podem ser tomadas para reduzir o risco. Estas incluem manter uma boa saúde geral, cuidado com lesões e atenção a sintomas neurológicos.
Perspectivas Futuras
Pesquisas estão em andamento para encontrar tratamentos mais eficazes para o pé caído. Avanços em neurologia e ortopedia podem levar a novas técnicas cirúrgicas e terapias de reabilitação. A tecnologia está desempenhando um papel cada vez mais significativo no tratamento do Pé Caído. Avanços como órteses robóticas e aplicativos de reabilitação oferecem novas possibilidades para melhorar a mobilidade e a independência dos pacientes.
Impacto Psicológico e Suporte Emocional
Viver com Pé Caído pode ser desafiador, não apenas fisicamente, mas também emocionalmente. O apoio psicológico é essencial para lidar com as frustrações e limitações impostas pela condição. Grupos de apoio e terapia podem oferecer um espaço valioso para compartilhar experiências e estratégias de enfrentamento.
Conclusão
O pé caído é uma condição complexa com várias causas e tratamentos. Com o diagnóstico correto, tratamento adequado e suporte, os indivíduos podem continuar a levar uma vida ativa e satisfatória. A compreensão da condição, suas causas, tratamentos e estratégias de adaptação é fundamental para o manejo eficaz do pé caído.
Joanete: Causas, Sintomas e Tratamento
O que é Joanete ou Hálux Valgo?
O hálux valgo, comumente conhecido como joanete, é um dos problemas mais comuns dos pés. É caracterizado por um desvio lateral do hálux (dedão do pé) e inchaço ósseo que se forma na articulação na base do dedão do pé. Isso causa uma proeminência na região interna dos pés, que sofre um atrito constante com os calçados, levando à inflamação e dor local.
É muito comum: mais de 2 milhões de casos por ano no Brasil
Causas
Genética ou Hereditariedade
Algumas pessoas herdam de suas famílias a tendência para desenvolver o joanete e desde a juventude iniciam sua formação. Em alguns casos, o problema é congênito, ou seja, a criança já nasce com o desvio. Cerca de 60% das pessoas com joanetes têm história familiar da doença.
Sapatos apertados
O uso de calçados estreitos e com saltos altos é muito mais prejudicial. Sapatos de salto alto, bico fino e/ou ou muito apertados prejudicam a distribuição do peso corporal e aumentam a compressão dos dedos, principalmente do dedão e do dedinho aumentando o risco de aparecimento dos joanetes.
Outras Doenças
Doenças reumáticas pré-existentes, como artrite reumatoide, gota, lúpus e Enfermidades neurológicas como AVC, paralisia cerebral, trauma medular também podem ser fatores para o desenvolvimento do Joanete.
Sintomas
Deformidade óssea
Dores nas juntas, agravadas pela pressão dos sapatos
Rigidez
Inchaço, vermelhidão ou dor em torno do dedão do pé
Tratamento
O conforto é obtido através de:
Sapatos Largos e Flexíveis, sem salto alto.
Uso de órteses confortáveis que encaixam nos pés como os corretivos e protetores para joanete utilizados durante o dia ou enquanto dorme para reduzir a irritação e aliviar a dor.
Compressa fria para reduzir a inflamação e aliviar a dor
No início a deformidade é redutível, mais tarde, torna-se resistente à mobilização. O uso de órteses tem bons resultados, evitando a progressão do quadro. Em casos mais graves, fazem-se necessárias cirurgias corretivas.
O tratamento é feito com auxílio de médico ortopedista ou podólogo