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Sintomas e Patologias

Sintomas e Patologias

Escaras: O que são, Como Tratar e Prevenir - FisioStore

Escaras: O que são, Como Tratar e Prevenir

Escaras: O que são, Como Tratar e Prevenir Escaras, frequentemente chamadas de úlceras por pressão (UPP) ou úlceras de decúbito, são lesões graves na pele e nos tecidos subjacentes, principalmente causadas por pressão contínua em determinadas áreas do corpo. Este problema de saúde é especialmente prevalente entre indivíduos que permanecem em uma posição por longos períodos, seja devido a condições de saúde, imobilidade ou incapacidade. O objetivo deste texto é oferecer uma compreensão abrangente sobre o que são escaras, como podem ser efetivamente tratadas e, mais importante, como podem ser prevenidas. O que são as Escaras ? Escaras são lesões que ocorrem em áreas da pele que estão sob pressão constante. Essa pressão impede a circulação sanguínea adequada, resultando em danos aos tecidos. As áreas mais afetadas incluem, mas não estão limitadas a, calcanhares, tornozelos, quadris e região sacral. Fases das Escaras As escaras podem ser classificadas em diferentes estágios, conforme sua gravidade: Estágio I: A pele continua intacta, mas pode estar avermelhada e não alivia a vermelhidão quando pressionada. Estágio II: A pele apresenta uma ferida aberta ou bolha. Estágio III: A úlcera se aprofunda, formando uma cavidade. Estágio IV: Há um grande dano aos tecidos, podendo atingir músculos e ossos. Fatores de Risco das Escaras Causas Comuns Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolver escaras, como: Imobilidade prolongada. Desnutrição. Idade avançada. Doenças crônicas que afetam a circulação sanguínea e a sensibilidade da pele. Pessoas mais Vulneráveis às Escaras Indivíduos em hospitais, especialmente aqueles em unidades de terapia intensiva, e residentes de longa permanência em instituições de cuidados são particularmente suscetíveis a desenvolver escaras. Prevenção de Escaras Cuidados com a Pele Manter a pele limpa e hidratada é crucial. Limpezas regulares para remover suor, urina e fezes ajudam a prevenir irritações e infecções. Mudanças de Posição Mudar a posição do paciente regularmente, pelo menos a cada duas horas, é essencial para aliviar a pressão e distribuir o peso de maneira diferente. Uso de Dispositivos de Alívio de Pressão Colchões e almofadas especiais podem ajudar a redistribuir a pressão e são essenciais na prevenção de escaras em pessoas com mobilidade limitada. Nutrição e Hidratação Uma dieta equilibrada rica em proteínas, vitaminas e minerais é vital para manter a saúde da pele. A hidratação adequada também desempenha um papel crucial na prevenção de escaras. Tratamento das Escaras Avaliação Médica e Diagnóstico Ao identificar uma escara, é crucial consultar um profissional de saúde para uma avaliação adequada. O tratamento varia de acordo com o estágio da úlcera. Cuidados com a Ferida O tratamento inclui a limpeza cuidadosa da ferida e a aplicação de curativos apropriados. Em alguns casos, pode ser necessário remover tecido morto, um processo conhecido como desbridamento. Terapias Avançadas Em casos mais graves, pode ser necessário recorrer a terapias mais avançadas, como terapia por pressão negativa (vácuo) ou enxertos de pele. Monitoramento e Acompanhamento O acompanhamento contínuo por profissionais de saúde é crucial para avaliar a progressão da cura e ajustar o tratamento conforme necessário. Produtos Relacionados à Prevenção e Tratamento de Escaras Colchões de Ar Alternado Funcionamento: Estes colchões possuem câmaras de ar que se enchem e esvaziam alternadamente, redistribuindo a pressão constantemente. Benefícios: Reduzem significativamente a pressão em áreas de risco, melhorando a circulação e prevenindo o desenvolvimento de escaras. Almofadas de Gel Funcionamento: Almofadas preenchidas com gel que se moldam ao corpo, distribuindo o peso de maneira uniforme. Benefícios: São especialmente úteis para cadeiras de rodas, reduzindo o risco de escaras em áreas como os quadris. Curativos Hidrocoloides Funcionamento: Estes curativos formam um gel quando entram em contato com o exsudato da ferida, criando um ambiente úmido que favorece a cicatrização. Benefícios: Ajudam a manter a ferida limpa, protegem contra infecções e aceleram o processo de cicatrização. Pomadas e Cremes Barreira Funcionamento: Pomadas e cremes que fornecem uma camada protetora sobre a pele, prevenindo danos devido à umidade ou fricção. Benefícios: São eficazes na prevenção de escaras, especialmente em áreas propensas a umidade como o sacro e os calcanhares. Travesseiros e Suportes de Posicionamento Funcionamento: Travesseiros e suportes especiais que ajudam a manter uma posição adequada e confortável. Benefícios: Auxiliam na redistribuição de pressão e podem ser utilizados em várias partes do corpo, como sob os joelhos ou entre as pernas. Suplementos Proteicos Funcionamento: Suplementos que fornecem proteínas adicionais, essenciais para a reparação e manutenção dos tecidos da pele. Benefícios: São particularmente importantes para pacientes desnutridos ou com necessidades nutricionais aumentadas, auxiliando na prevenção e recuperação de escaras. Vitaminas e Minerais Funcionamento: Suplementos que fornecem vitaminas e minerais essenciais, como vitamina C, zinco e ferro, que são cruciais para a saúde da pele. Benefícios: Contribuem para a integridade da pele e fortalecem o sistema imunológico, ajudando na prevenção de escaras e na cicatrização de feridas. Novas Tecnologias Emergentes Sensores de Pressão e Monitoramento Funcionamento: Dispositivos que monitoram a pressão em diferentes partes do corpo e alertam os cuidadores quando é necessário mudar a posição do paciente. Benefícios: Essa tecnologia ajuda na prevenção de escaras ao garantir mudanças regulares de posição, especialmente em ambientes hospitalares ou de cuidados de longa duração. Terapias com Uso de Luz Funcionamento: Terapias que utilizam luz infravermelha para estimular a circulação sanguínea e promover a regeneração dos tecidos. Benefícios: Aceleram o processo de cicatrização das feridas e podem ser usadas em conjunto com outros tratamentos. As escaras são um problema significativo de saúde, especialmente em populações vulneráveis. A prevenção eficaz requer uma abordagem multidisciplinar, incluindo cuidados adequados com a pele, nutrição balanceada, mudanças regulares de posição e uso de tecnologias apropriadas. O tratamento envolve a avaliação e intervenção de profissionais de saúde, com estratégias que variam conforme a gravidade da lesão. Além disso, o suporte emocional e social desempenha um papel vital na recuperação e qualidade de vida dos afetados.

Pé Caído: O que é, Causas e Tratamentos - FisioStore

Pé Caído: O que é, Causas e Tratamentos

O que é pé caído? O pé caído, também conhecido como drop foot ou pé equino, é uma condição que dificulta ou impede a elevação da parte da frente do pé durante a caminhada. Na prática, a pessoa pode arrastar a ponta do pé no chão, tropeçar com facilidade ou precisar levantar o joelho mais alto do que o normal para conseguir andar. Essa alteração acontece quando há fraqueza, perda de controle ou paralisia dos músculos responsáveis pela dorsiflexão, que é o movimento de levantar a ponta do pé. O pé caído pode afetar apenas um lado ou os dois pés, e pode ser temporário ou permanente, dependendo da causa. O tratamento varia conforme o diagnóstico, mas pode incluir fisioterapia, fortalecimento muscular, adaptações no dia a dia e uso de órteses para pé caído, como AFOs, calhas ortopédicas e suportes anti-equino. Principais sintomas do pé caído O sinal mais característico do pé caído é a dificuldade para levantar a ponta do pé ao caminhar. Essa alteração muda o padrão da marcha e pode aumentar o risco de quedas, principalmente em pisos irregulares, escadas ou ambientes com tapetes e obstáculos. Entre os sintomas mais comuns estão: Arrastar a ponta do pé no chão durante a caminhada; Dificuldade para levantar os dedos ou a parte da frente do pé; Marcha escarvante, quando a pessoa levanta muito o joelho para evitar que o pé arraste; Tropeços frequentes e sensação de insegurança ao andar; Fraqueza no pé e tornozelo; Alteração no equilíbrio e no apoio do pé; Em alguns casos, formigamento, dormência ou dor, dependendo da causa neurológica ou muscular. Quando esses sinais aparecem de forma repentina, após uma queda, cirurgia, dor lombar intensa ou sintomas neurológicos, é importante procurar avaliação médica rapidamente. O que causa o pé caído? O pé caído não é uma doença isolada, mas uma manifestação de algum problema que afeta nervos, músculos, cérebro, medula ou coluna. Por isso, identificar a causa é essencial para definir o tratamento correto. Lesão no nervo peroneal Uma das causas mais comuns de pé caído é a lesão do nervo peroneal, responsável por controlar parte dos músculos que levantam o pé. Esse nervo pode ser afetado por traumas, compressão prolongada, fraturas, cirurgias, imobilizações ou pressão na região lateral do joelho. Alterações neurológicas Condições neurológicas também podem causar pé caído, especialmente quando interferem no comando motor dos membros inferiores. Entre elas estão acidente vascular cerebral (AVC), esclerose múltipla, doença de Parkinson, traumatismo cranioencefálico, lesões medulares e neuropatias periféricas. Problemas na coluna lombar Hérnias de disco, compressões nervosas e alterações na coluna lombar podem comprometer os nervos que chegam até a perna e o pé. Nesses casos, o pé caído pode vir acompanhado de dor lombar, dor irradiada para a perna, formigamento ou perda de força. Lesões musculares e ortopédicas Traumas, fraturas, lesões no tornozelo, alterações musculares e sequelas de imobilização também podem prejudicar o movimento do pé. Em alguns casos, o uso de órteses para pés ajuda a melhorar o posicionamento e a segurança durante a marcha. Complicações após cirurgias Algumas cirurgias na região do quadril, joelho, coluna ou membros inferiores podem causar compressão ou lesão nervosa, levando ao pé caído. Nesses casos, o acompanhamento médico e fisioterapêutico é indispensável para avaliar a recuperação e a necessidade de suporte externo. Como é feito o diagnóstico? O diagnóstico do pé caído começa com avaliação clínica, análise da marcha, teste de força muscular, sensibilidade, reflexos e histórico do paciente. O profissional também pode investigar quando o sintoma começou, se houve trauma, cirurgia recente, dor lombar, AVC, doenças neurológicas ou uso de imobilizações. Dependendo do caso, podem ser solicitados exames como eletroneuromiografia, testes de condução nervosa, radiografias, ressonância magnética ou tomografia. Esses exames ajudam a identificar se o problema está no nervo, no músculo, na coluna ou no sistema nervoso central. Quanto mais cedo o pé caído é identificado, maiores são as chances de iniciar uma reabilitação adequada, reduzir compensações na marcha e prevenir quedas. Tratamentos para pé caído O tratamento depende da causa, da gravidade da fraqueza, da estabilidade do tornozelo e do nível de atividade da pessoa. Em muitos casos, o objetivo é melhorar a segurança ao caminhar, reduzir o risco de tropeços e manter o pé em uma posição mais funcional. Fisioterapia A fisioterapia pode incluir exercícios para fortalecimento dos músculos do pé, tornozelo e perna, treino de marcha, alongamentos, mobilidade articular, equilíbrio e propriocepção. O fisioterapeuta também pode orientar o uso correto de órteses e adaptar os exercícios conforme a evolução do paciente. Produtos de apoio para exercícios e reabilitação podem ser encontrados na categoria de produtos ortopédicos e na seção de exercícios. Órteses para pé caído As órteses para pé caído são uma das principais soluções para auxiliar a caminhada. Elas ajudam a manter o pé em uma posição mais adequada, evitando que a ponta arraste no chão e melhorando a segurança durante a marcha. Na FisioStore, a coleção de órteses para pé caído e AFO reúne diferentes tipos de suporte, como calhas AFO, modelos rígidos, flexíveis, em carbono, suportes anti-equino e opções ajustáveis. Tipos de órtese para pé caído AFO mais rígida: controle do pé e tornozelo As órteses AFO mais rígidas oferecem maior controle do movimento, ajudando a posicionar o pé e também a estabilizar melhor o tornozelo durante a marcha. Esse tipo de órtese pode ser indicado quando há maior fraqueza, instabilidade ou necessidade de mais segurança para caminhar. A Órtese AFO WalkOn Ottobock 28U11 é fabricada em fibra de carbono e oferece uma estrutura mais rígida, auxiliando no controle do pé e do tornozelo. Por isso, costuma ser uma opção para quem precisa de maior estabilidade e resposta durante a caminhada. AFO menos rígida: auxílio para elevação do pé As órteses menos rígidas são indicadas para situações em que o principal objetivo é auxiliar a elevação da parte frontal do pé, sem oferecer o mesmo nível de controle do tornozelo de uma AFO mais rígida. Elas podem ser uma alternativa para pacientes com maior controle articular, mas que ainda apresentam dificuldade para evitar que a ponta do pé arraste no chão. A Órtese AFO WalkOn Flex Ottobock 28U22 é fabricada em fibra de vidro, sendo menos rígida que a 28U11. Sua atuação é voltada principalmente para o auxílio do pé durante a marcha. AFO termoplástica flexível As AFOs termoplásticas flexíveis são opções mais simples e adaptáveis para auxiliar o posicionamento do pé. Elas podem ser indicadas quando há necessidade de suporte para evitar a queda da ponta do pé, mas sem grande demanda de controle rígido do tornozelo. A Calha Ortopédica AFO Ottobock 28U90 é fabricada em termoplástico, possui estrutura flexível e atua principalmente no suporte do pé, ajudando a reduzir o arrasto da ponta durante a caminhada. Suporte anti-equino O suporte anti-equino é uma alternativa mais discreta para auxiliar a elevação da ponta do pé, especialmente em casos específicos em que não há grande instabilidade do tornozelo. Ele pode ser usado com calçados adequados e deve seguir a indicação de um profissional. Algumas opções disponíveis são o Apoio Anti-Equino STUS Salvapé 637-2, o Apoio Anti-Equino Salvapé 637-0, o Apoio Anti-Equino com Suporte de Látex Salvapé 637-1 e o Suporte para Pé Equino Ajustável Mercur BC1300. Como escolher a melhor órtese para pé caído? A escolha da órtese ideal depende de fatores como causa do pé caído, grau de fraqueza, presença de espasticidade, estabilidade do tornozelo, tipo de calçado, rotina do paciente e nível de atividade. Por isso, a indicação deve ser feita por médico, fisioterapeuta ou ortesista. De forma geral: Fraqueza leve a moderada: pode exigir uma órtese mais flexível ou suporte anti-equino; Fraqueza importante ou instabilidade: pode exigir uma AFO mais rígida; Maior demanda funcional: modelos leves, como AFOs em carbono ou grafeno, podem ser considerados; Uso diário: conforto, adaptação ao calçado e facilidade de colocação são pontos essenciais; Risco de quedas: pode ser necessário associar a órtese a bengala, andador ou adaptações no ambiente. Para comparar os modelos disponíveis, acesse a coleção completa de órtese para pé caído e AFO. Medicamentos e cirurgia Medicamentos podem ser utilizados quando há dor, inflamação ou uma doença de base que precisa de controle, mas eles não substituem a investigação da causa do pé caído. Em alguns casos, principalmente quando há compressão nervosa, lesões estruturais ou deformidades importantes, a cirurgia pode ser considerada. A decisão sobre medicamentos ou cirurgia deve ser feita exclusivamente pelo médico, com base no diagnóstico, nos exames e na evolução do quadro. Adaptações para conviver melhor com o pé caído Além do tratamento clínico e fisioterapêutico, algumas adaptações ajudam a aumentar a segurança no dia a dia. O objetivo é reduzir o risco de tropeços, quedas e compensações durante a caminhada. Usar calçados firmes, fechados e compatíveis com a órtese; Evitar chinelos frouxos, tapetes soltos e pisos escorregadios; Instalar apoios em locais estratégicos, quando necessário; Manter boa iluminação em corredores, escadas e banheiro; Usar bengalas, andadores ou barras de apoio quando houver insegurança para caminhar. Na FisioStore, também é possível encontrar produtos de apoio à mobilidade, como bengalas, andadores e barras de apoio. É possível prevenir o pé caído? Nem todos os casos de pé caído podem ser prevenidos, especialmente quando a causa está relacionada a AVC, doenças neurológicas ou lesões nervosas. Porém, algumas medidas ajudam a reduzir riscos e complicações: Tratar dores lombares e sintomas neurológicos com orientação médica; Evitar compressão prolongada na região lateral do joelho; Seguir corretamente a reabilitação após cirurgias ou imobilizações; Fortalecer pernas, tornozelos e pés com orientação profissional; Usar órteses e dispositivos de apoio quando indicados. Quando procurar um médico? Procure avaliação médica se houver dificuldade repentina para levantar o pé, perda de força, dormência, formigamento, dor lombar irradiada, queda recente, histórico de AVC ou piora progressiva da marcha. Esses sinais podem indicar comprometimento neurológico ou compressão nervosa e precisam de investigação. Também é importante procurar orientação se a pessoa começou a tropeçar com frequência, sente insegurança para caminhar ou precisa compensar o movimento levantando demais o joelho. Especialista Yeda Bellia Fisioterapeuta Crefito 3/762 F | fisioterapiayedabellia.com.br Fisioterapeuta pela Faculdade de Medicina da USP • Spine Pain Program (Memorial Hospital of Long Beach, EUA) • Reeducação Postural Global (RPG) • Especialista em Terapia da Mão (USP) • Professora convidada do curso de Terapia da Mão da FM-USP e UNIFESP • Única fisioterapeuta brasileira na American Society of Shoulder and Elbow Therapists (ASSET - EUA) • Experiência em atendimento a pacientes com câncer no Centro Oncológico de Recuperação e Apoio (CORA) • Membro da Associação Nacional de Espondilite Anquilosante (ANEA – Portugal) • Associação Suíça de Espondilite Anquilosante (SSSA) • Membro fundador da Associação Brasileira de Espondilite Anquilosante (ABRASPAN)

Joanete: Causas, Sintomas e Tratamento - FisioStore

Joanete: Causas, Sintomas e Tratamento

O que é Joanete ou Hálux Valgo? O hálux valgo, comumente conhecido como joanete, é um dos problemas mais comuns dos pés. É caracterizado por um desvio lateral do hálux (dedão do pé) e inchaço ósseo que se forma na articulação na base do dedão do pé. Isso causa uma proeminência na região interna dos pés, que sofre um atrito constante com os calçados, levando à inflamação e dor local. É muito comum: mais de 2 milhões de casos por ano no Brasil Causas Genética ou Hereditariedade Algumas pessoas herdam de suas famílias a tendência para desenvolver o joanete e desde a juventude iniciam sua formação. Em alguns casos, o problema é congênito, ou seja, a criança já nasce com o desvio. Cerca de 60% das pessoas com joanetes têm história familiar da doença. Sapatos apertados O uso de calçados estreitos e com saltos altos é muito mais prejudicial. Sapatos de salto alto, bico fino e/ou ou muito apertados prejudicam a distribuição do peso corporal e aumentam a compressão dos dedos, principalmente do dedão e do dedinho aumentando o risco de aparecimento dos joanetes. Outras Doenças Doenças reumáticas pré-existentes, como artrite reumatoide, gota, lúpus e Enfermidades neurológicas como AVC, paralisia cerebral, trauma medular também podem ser fatores para o desenvolvimento do Joanete. Sintomas Deformidade óssea Dores nas juntas, agravadas pela pressão dos sapatos Rigidez Inchaço, vermelhidão ou dor em torno do dedão do pé Tratamento O conforto é obtido através de: Sapatos Largos e Flexíveis, sem salto alto. Uso de órteses confortáveis que encaixam nos pés como os corretivos e protetores para joanete utilizados durante o dia ou enquanto dorme para reduzir a irritação e aliviar a dor. Compressa fria para reduzir a inflamação e aliviar a dor No início a deformidade é redutível, mais tarde, torna-se resistente à mobilização. O uso de órteses tem bons resultados, evitando a progressão do quadro. Em casos mais graves, fazem-se necessárias cirurgias corretivas. O tratamento é feito com auxílio de médico ortopedista ou podólogo

Novembro Azul contra o câncer de Próstata - FisioStore

Novembro Azul contra o câncer de Próstata

  O que é o Novembro Azul ? Novembro Azul é uma campanha que ocorre anualmente em 21 países para conscientizar a respeito da necessidade de cuidados com a saúde do homem, com destaque sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. Quando começou o Novembro Azul? A Campanha Novembro Azul começou na Austrália em 2003. O Mês de Novembro foi escolhido pois abriga no dia 17/11 o dia mundial de Combate ao câncer de próstata. A fundação Movember foi criada na Austrália em 2003, e no seu início tinha apenas 30 integrantes. Atualmente, tem mais de 4 milhões de membros e está presente em mais de 20 países. *Movember é uma palavra em inglês que consiste na junção de moustache (“bigode” em inglês) e November (“Novembro” em inglês). Quando começou o Novembro Azul no Brasil? O Movember chegou ao Brasil em 2011, trazido pelo Instituto Lado a Lado pela Vida em conjunto com a Sociedade Brasileira de Urologia. Quando Realizar os Exames para prevenção de câncer de próstata? A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda consultar um Médico Urologista para avaliação da próstata a partir dos 50 anos. Caso algum parente de primeiro grau (pai, irmão, tio) tenha tido a doença, a consulta deve ocorrer a partir dos 45 anos, visto que a chance de ter a doença é maior nesse grupo. Por que é importante o diagnóstico precoce? Nas fases iniciais, o câncer de próstata não causa nenhum sintoma específico. Os sintomas só aparecem quando o câncer está em estágio avançado e as chances de cura são menores. Descoberta precocemente, tem 90% de chance de cura. Quais são os Exames? O diagnóstico precoce pode ser feito através da dosagem periódica de um exame de sangue (o antígeno prostático específico – PSA) e do exame de toque retal, realizado pelo urologista durante a consulta. Quais os Sintomas do Câncer de Próstata? Em estágio avançado, pode causar alguns sintomas como: Micção frequente. Fluxo urinário fraco ou interrompido. Vontade de urinar frequentemente à noite (nictúria). Sangue na urina ou no sêmen. Disfunção erétil. Dor no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos se a doença se disseminou. Fraqueza ou dormência nas pernas, ou pés Não é só sobre Câncer de Próstata! Novembro Azul também busca conscientizar os homens a respeito da necessidade de cuidados com a saúde em geral, abrangendo temas como doenças crônicas (como a hipertensão), sexualmente transmissíveis e mentais.

Outubro Rosa e o Diagnóstico Precoce do Câncer de Mama - FisioStore

Outubro Rosa e o Diagnóstico Precoce do Câncer de Mama

O Que é Outubro Rosa? Outubro Rosa é uma campanha realizada mundialmente, durante todo o mês de outubro, para conscientizar sobre o que é o Câncer de Mama, a importância do diagnóstico precoce e hábitos saudáveis que devem ser mantidos para ajudar na prevenção. A Campanha Outubro Rosa foi criada no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure nos EUA.  No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA), participa do movimento desde 2010. O que é Câncer de Mama O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos. O câncer de mama é o segundo mais incidente na população feminina brasileira e mundial. Segundo estimativa da Fundação do Câncer, com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS), Quando descoberto em seu estágio inicial, o câncer de mama tem 90% de chance de cura. A  mamografia é uma das formas mais eficazes para detectar a doença na fase inicial, e deve ser feita anualmente a partir dos 40 anos. No Brasil, uma lei de 2008, atualizada em 2019, garante a realização do exame no SUS a mulheres com mais de 40 anos. Quais são os Fatores de Risco? O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são: Fatores ambientais e comportamentais: Obesidade e sobrepeso após a menopausa; Sedentarismo (não fazer exercícios); Consumo de bebida alcoólica; Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X). Fatores da história reprodutiva e hormonal Primeira menstruação antes de 12 anos; Não ter tido filhos; Primeira gravidez após os 30 anos; Não ter amamentado; Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos; Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona); Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos. Fatores genéticos e hereditários* História familiar de câncer de ovário; Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos; História familiar de câncer de mama em homens; Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2. *A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/ hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama. Como prevenir o Câncer de Mama Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como: Praticar atividade física regularmente; Alimentar-se de forma saudável; Manter o peso corporal adequado; Evitar o consumo de bebidas alcoólicas; Amamentar Sinais e Sintomas É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias. Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são: Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor; Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; Alterações no bico do peito (mamilo); Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço; Saída espontânea de líquido dos mamilos As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama. O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, geralmente, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maioria dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres. Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas. Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios-X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas. Mulheres com risco elevado para câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco para decidir a conduta a ser adotada. Mamografia de rastreamento e mamografia diagnóstica: qual a diferença? No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde – assim como a da Organização Mundial da Saúde e a de outros países – é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. A mamografia de rastreamento pode ajudar a reduzir a mortalidade por câncer de mama, mas também expõe a mulher a alguns riscos. Conheça os principais benefícios e riscos desse exame: Benefícios: Encontrar o câncer no início e permitir um tratamento menos agressivo. Menor chance de a paciente morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce. Riscos: Suspeita de câncer de mama. Isso requer outros exames, sem que se confirme a doença. Esse alarme falso (resultado falso positivo) gera ansiedade e estresse. Câncer existente, mas resultado normal (resultado falso negativo). Esse erro gera falsa segurança à mulher. Ser diagnosticada e submetida a tratamento, com cirurgia (retirada parcial ou total da mama), quimioterapia e/ou radioterapia, de um câncer que não ameaçaria a vida. Isso ocorre em virtude do crescimento lento de certos tipos de câncer de mama Exposição aos Raios-X. Raramente causa câncer, mas há um discreto aumento do risco quanto mais frequente é a exposição. Mamografia diagnóstica A mamografia diagnóstica, assim como outros exames complementares com finalidade de investigação de lesões suspeitas da mama, pode ser solicitada em qualquer idade, a critério médico. Ainda assim, a mamografia diagnóstica geralmente não é solicitada em mulheres jovens, pois nessa idade as mamas são mais densas, e o exame apresenta muitos resultados incorretos. O SUS oferece exame de mamografia para todas as idades, quando há indicação médica. Fontes: Instituto Nacional do Câncer (INCA) Sociedade Brasileira de Mastologia  Fundação do Câncer Prótese Mamária Sutiã para Mastectomia Braçadeira de Compressão

Artrose no Joelho ou Gonartrose: O que é e Como Tratar? - FisioStore

Artrose no Joelho ou Gonartrose: O que é e Como Tratar?

O que é artrose no joelho ou Gonartrose? A artrose, também conhecida como osteoartrite e osteoartrose, é uma condição que afeta as articulações do joelho. Assim, esse é um problema degenerativo, que atinge a cartilagem e assim modifica a estrutura óssea da pessoa. Além disso, na medida em que a pessoa sofre com essa condição, começa a sofrer com uma série de sintomas que afetam a região dos joelhos. Sintomas da artrose, osteoartrite ou osteoartrose A pessoa que sofre com esse problema no joelho, causando inflamações, degeneração da área e frouxidão. Assim sendo, os principais sintomas que aparecem localmente são: Quadro de dor no joelho, que alivia quando a pessoa está parada; Estalos na região na medida em que a pessoa se movimenta; Limitação de movimentos, como quando se estica o joelho; Dificuldade de manter a perna apoiada no chão devido à dor; Por fim, inchaço no joelho, que pode vir acompanhado de calor e sensação de aumento do local. Essas condições afetam muito a vida das pessoas que sofrem com a artrose nos joelhos. Mas a boa notícia é que há formas de tratar esse problema e atenuar os seus sintomas. Tratamentos para artrose Para as pessoas que sofrem com essas condições, alguns tratamentos apresentam resultados satisfatórios contra artrose, osteoartrite e osteoartrose. Assim sendo, veja os principais: Uso de medicamentos Dependendo do estágio da artrose, o melhor é usar anti-inflamatórios para controlar os sintomas e restabelecer os movimentos do joelho. Fisioterapia Se possível, você deve fazer esse tratamento todos os dias, principalmente para quem tem mais dor. Assim, os resultados de controle e movimentação dos joelhos serão positivos. Injeção de ácido hialurônico Em muitos casos, essa substância é usada para preencher os buracos deixados na cartilagem pela artrose. Tudo depende de como é o quadro do paciente. Cirurgia Por fim, em alguns casos, a pessoa precisa realizar um processo cirúrgico para colocar uma prótese parcial ou total, retirando a cartilagem danificada. Uso de Braces para Joelho Dependendo do estágio de identificação e tratamento da artrose, osteoartrite ou osteoartrose do joelho, o uso de braces é uma ótima opção. Este aparelho traz uma série de vantagens para quem tem problemas na região, como, por exemplo: Imobilização parcial ou total da área afetada, acelerando o processo de cura; Redução de edemas e problemas em geral, sobretudo no pós-operatório; Incremento do nível de proteção nos joelhos, auxiliando a restabelecê-los; Melhora na circulação sanguínea, na sustentação e no alinhamento da área. Algo importante com relação a esse tipo de aparelho é que existem vários modelos de brace para joelho. Assim sendo, seu uso é de grande ajuda no tratamento da artrose no local e traz vários benefícios para acelerar o processo de cura. Joelho Varo e Joelho Valgo A artrose, osteoartrite ou osteoartrose também pode ter relação com uma mudança no alinhamento do joelho. Dentro deste contexto, tanto o joelho varo quanto o valgo se caracterizam por uma mudança na articulação da região. Além disso, cada um tem características diferentes. Joelho varo Também conhecido como joelho arqueado, essa condição se caracteriza por arquear as pernas e afastar os joelhos mais do que o normal. Assim sendo, esse problema se manifesta ainda nos primeiros meses de vida da criança e pode ser corrigido naturalmente ou com intervenção médica. Joelho valgo Esse tipo de distúrbio é menos comum do que o joelho varo, com efeito contrário em relação a ele. A condição faz com que os joelhos apontem para dentro e também aparece na infância. Mas, caso a criança não melhore naturalmente até os 10 anos, é preciso intervenção cirúrgica. Níveis de Artrose, Osteoartrite ou Osteoartrose Essa condição pode se apresentar em diferentes níveis na região do joelho. Mas, de forma geral, essa doença se manifesta de seis formas diferentes. Nível de doença mínima Neste nível, a danificação da cartilagem provocada pela artrose é menor, com sintomas leves e um quadro lento de evolução. Assim, nesse caso, um tratamento mais leve traz excelentes resultados. Sensibilização central da dor Aqui a dor é maior do que o quadro de lesão sugere. Assim, um de seus principais sintomas é a presença de dores em várias outras áreas do corpo, provocadas por alterações neuroquímicas. Artrose do tipo inflamatório O revestimento da articulação se torna mais inchado nesse caso. Aqui o inchaço nos joelhos é maior do que nos outros níveis, de forma que o uso de anti-inflamatórios é o melhor. Artrose provocada por sobrecarga mecânica Seja por excesso de peso, ou alguma condição que afeta o alinhamento dos joelhos, esse nível de artrose pode surgir. Além do emagrecimento, a fisioterapia preventiva é recomendada. Nível de síndrome metabólica Este quadro de artrose pode se caracterizar por outro tipo de doença que de alguma forma se associa a ela, como diabetes e hipertensão. Para tratá-la, o melhor é controlar a doença. Nível metabólico local osteocondral Por fim, esse tipo de artrose afeta tanto a cartilagem articular quanto o osso subcondral recoberto por ela. Esse caso pode ser tratado com fisioterapia, medicamento ou mesmo cirurgia. É muito importante que cada um desses problemas seja devidamente identificado e tratado. Além disso, o uso de equipamentos como brace para joelho faz toda a diferença e ajuda no processo de cura. Considerações finais sobre artrose Embora essa condição apareça em diferentes partes do corpo, quando a artrose, osteoartrite ou osteoartrose afeta os joelhos, suas complicações são mais significativas. Na medida em que a doença compromete a movimentação da pessoa, trazendo inchaço e dores, entre outros sintomas, é preciso contar com medidas médicas para curá-la. Além disto, algumas medidas preventivas também fazem uma grande diferença para controlar a doença, como, por exemplo: Dieta saudável e equilibrada para manter-se com um peso ideal; Exercícios físicos e fortalecimento dos músculos da região do joelho; Além disso, fisioterapia preventiva e proteção do local durante a prática de atividades físicas. Por fim, na medida em que você seguir essas orientações, será mais fácil manter os seus joelhos fortes e saudáveis. Por isso, leve essas informações em consideração e cuide adequadamente da região para evitar problemas e desgastes no futuro.

Hérnia de Disco: Causas, Sintomas e Tratamento - FisioStore

Hérnia de Disco: Causas, Sintomas e Tratamento

A hérnia de disco é uma condição comum da coluna vertebral que pode causar dor, limitação de movimentos e alterações de sensibilidade nos membros. Ela ocorre quando parte do disco intervertebral se desloca de sua posição normal e passa a comprimir estruturas nervosas próximas. Com orientação adequada, acompanhamento profissional e uso de recursos corretos, é possível controlar os sintomas e manter uma boa qualidade de vida. O que é hérnia de disco? Entre cada vértebra da coluna existe um disco intervertebral, responsável por absorver impactos e permitir mobilidade. Quando esse disco sofre desgaste ou ruptura, parte do seu conteúdo interno pode se projetar para fora, caracterizando a hérnia de disco. Essa alteração ocorre com maior frequência nas regiões lombar e cervical. Principais causas da hérnia de disco Desgaste natural dos discos Com o envelhecimento, os discos perdem elasticidade e resistência, tornando-se mais suscetíveis a lesões. Sobrecarga e esforços repetitivos Levantamento de peso sem técnica adequada, movimentos bruscos e posturas incorretas aumentam o risco. Traumas Quedas, acidentes e impactos diretos na coluna podem desencadear a lesão. Excesso de peso corporal O sobrepeso aumenta a carga sobre a coluna vertebral. Sedentarismo Fraqueza muscular reduz a estabilidade da coluna. Sintomas mais comuns Dor na coluna Pode ser localizada ou irradiar para braços ou pernas. Dor ciática Dor que se irradia da região lombar para glúteo, coxa e perna. Dormência e formigamento Sensações causadas pela compressão dos nervos. Fraqueza muscular Em casos mais avançados. Se você também apresenta dor lombar ou dor cervical, é importante investigar a causa. Ler sobre Dor Lombar Tratamento da hérnia de disco Na maioria dos casos, o tratamento é conservador e apresenta bons resultados. Fisioterapia A fisioterapia atua no alívio da dor, fortalecimento muscular, melhora da postura e ganho de mobilidade. Uso de cintas e suportes lombares Auxiliam na estabilização da coluna e redução da sobrecarga. Ver Cintas Lombares Uso de corretor postural Ajuda a manter o alinhamento adequado da coluna. Ver Corretores Posturais Medicamentos Podem ser indicados pelo médico para controle da dor. Cirurgia Indicada apenas quando o tratamento conservador não apresenta resultados satisfatórios. Como prevenir a hérnia de disco Manter a musculatura fortalecida Principalmente abdômen e costas. Adotar postura correta No trabalho e nas atividades diárias. Evitar sobrecargas Ao levantar peso. Manter peso adequado Reduz a pressão sobre a coluna. Com cuidados contínuos e acompanhamento profissional, é possível conviver bem com a hérnia de disco e manter uma rotina ativa. Especialista Yeda Bellia Fisioterapeuta Crefito 3/762 F | fisioterapiayedabellia.com.br Fisioterapeuta pela Faculdade de Medicina da USP • Spine Pain Program (Memorial Hospital of Long Beach, EUA) • Reeducação Postural Global (RPG) • Especialista em Terapia da Mão (USP) • Professora convidada do curso de Terapia da Mão da FM-USP e UNIFESP • Única fisioterapeuta brasileira na American Society of Shoulder and Elbow Therapists (ASSET - EUA) • Experiência em atendimento a pacientes com câncer no CORA • Membro da ANEA (Portugal) • SSSA • Membro fundador da ABRASPAN